terça-feira, 12 de abril de 2011

precisava.
       eu, pressentia escrever-te...
  , digo,
         eu precisava escrever um poema.
se bem quase
            usei esclarecer.
embora a tarde nem nublada está.
resolvi, faz uns meses
                       esquecer
como é minha poesia. e ela
estava tão des-
               gastada.
eu? tão habituado.
porém, hoje doeu-me quanto tentei
reescrever um caminho...
como de andar de fasto. sabe?
e sai trombando em tudo
                       enquanto havia.
então seguia adiante e saí
                          trupicano.
Pedro Paulo Pan, outono de 2011.

sábado, 26 de março de 2011

o ano que passado
é, foi quem sabe será
difícil um verso
pra doar adeus
em hora certa.
procurou ce, certas certezas.
tão difícil fui meu aceno.
agora que tempo passou
nem trocamos olhares
quanto mais passar de o
mesmo lado de o passeio.
& dou graças.
Pedro Pan verão de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

& há um passarin
que me visita várias vezes.
por estes ultimamentes.
pousa. e após avoa.
creio eu, que eles trás notícia boa.
embora nem sei decodificar
seu pouso. seu pio. seu vôo.
só sei sorrisos.
Pedro Paulo Pan, Verão de 2011