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sábado, 31 de março de 2012

foi um
       eu já vi.
               meio não censo
               meio no ar.  
ouvia um zoom. ou via um zumbido;
éramos um elefante
                  eu
devo-me-eu (re)estruturar um
poema
     dantes de terminar mês
quando em, fixamos a lembranças
de nomes seres outros...
Pedro Paulo Pan, verão de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

reergui meus olhares

( e vasos capilares)
pra poesias involuntárias.
pros teus sorrisos
                           com sorte, meus.
alguém me telefonemas
                                 às 4 e 15
de a manhã.
                 e eu adormecido sonhara
com ler amoras em quintal 7.
Pedro Paulo Pan, verão 2012


certa voz. ouve alguém
pensara e cria. sabe
                             dor
                                   ias.
de desvendar mistérios em poema meu.
ledo engano
                  jazz
                        que escrevo ao léu.
sem ter uma rota, uma rotina
                                           ou colisão.
   via um ponto pra ônibus.
eis... me esqueci de a última estrofe.
Pedro Paulo Pan, verão 2012
                                   

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

& a paixão
                corre.
  a paixão corre contra o
tempo, o vento, o momento ( & o vendaval)
escolhas
             em olhar p/ olhos meus,
que admiram os olhos teus.
em tanta pressa por a cidade...
por as horas 
                   em fim de a tarde.
espero ter lido
                       meus/teus olhares em
aquela  tarde
                   que fala embargou.
Pedro Pan, verão de 2012

minha poesia chegou assim:
                                        amiúde.
sorrateira.
e em quando avistei-me, estivera
à prestação
                 rasurando umas frases
pra por poema.
tudo assim dois pontos desconexo,
Pedro Pan, verão de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

amadrugou-se assim 
                  , molhado, o dia.
chein de plic plic ploc.
(já não fazem mais goteiras como antigamente)
encanto o dia
             molhado está
as ideias engendram esta minha poesia.
desvez em quando 
eu escrevo um poema 
                   pra num perder
                                o costume.
Pedro Paulo Pan, Verão de 2012.

sábado, 26 de março de 2011

o ano que passado
é, foi quem sabe será
difícil um verso
pra doar adeus
em hora certa.
procurou ce, certas certezas.
tão difícil fui meu aceno.
agora que tempo passou
nem trocamos olhares
quanto mais passar de o
mesmo lado de o passeio.
& dou graças.
Pedro Pan verão de 2011