quarta-feira, 31 de março de 2010

e eu raramente escrevo
um poema que preste.
jazz não faço empréstimos
de as frases que quisera.
hoje era sábado cedo
que eu quase falei
1 poema.
a manhã já fazia tarde.
ainda não sei dizer
, estou de ressaca
ou estou com ressaca.
& ainda estou em ressaca.
e eu usava uma gravata
cor de prata.
Pedro Pan, outono de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

sinto-me muito 
a cruel necessidade
de risos à choramingos.
tão apático,
soul por hora.
e em este sexto dia de a
semana.
existiram poemas
querendo escorregar por
dentre
um caderno de arame
pautado.
preciso lá rever uns personagens.
sabe, existe uns personagens
ficícios
quais transitam em estes poemas meus.
Pedro Pan, verão de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

espaço passo dias 
lendo poemas visuais.
acho, de o verbo achar
que hoje ainda cedo existia
um poema queria
formular.
em tão mal criado.
quando madrugava tentei
um labirinto de umas frases. então...
adormeci.
já é janeiro.
e em esta cinza-feira
queria transbordar em poesia.
até ligaram aqui hoje.
perguntando se engano eras.
Pedro Paulo Pan, verão de 2010