quarta-feira, 28 de abril de 2010


hoje já enquanto
fui-me a dormir
algo relogiava em
tais tiques & taques
e a minha imagem (ação)
é tamanha obsoleta.
pra alguns
&
nenhures.
estou, testando melhorias
para a letra minha.
já a minha poesia,
sai toda esculhambada.
Pedro Paulo Pan, Outono de 2010

eu perdia um dia
50 rurais.
em uma proposta
,digo,
aposta!
(apostilas quem diria)
não deveria eu, apostilar nada.
,pois,
perco até o caminho de casa.
Pedro Paulo Pan, Outono de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

e eu raramente escrevo
um poema que preste.
jazz não faço empréstimos
de as frases que quisera.
hoje era sábado cedo
que eu quase falei
1 poema.
a manhã já fazia tarde.
ainda não sei dizer
, estou de ressaca
ou estou com ressaca.
& ainda estou em ressaca.
e eu usava uma gravata
cor de prata.
Pedro Pan, outono de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

sinto-me muito 
a cruel necessidade
de risos à choramingos.
tão apático,
soul por hora.
e em este sexto dia de a
semana.
existiram poemas
querendo escorregar por
dentre
um caderno de arame
pautado.
preciso lá rever uns personagens.
sabe, existe uns personagens
ficícios
quais transitam em estes poemas meus.
Pedro Pan, verão de 2010