espaço passo dias
lendo poemas visuais.
acho, de o verbo achar
que hoje ainda cedo existia
um poema queria
formular.
em tão mal criado.
quando madrugava tentei
um labirinto de umas frases. então...
adormeci.
já é janeiro.
e em esta cinza-feira
queria transbordar em poesia.
até ligaram aqui hoje.
perguntando se engano eras.
Pedro Paulo Pan, verão de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
não há tema pra poema.
não há.
não há temos pra por lar.
há tempo pra por de sol lá...
se trópicos.
lento lendo alegorias.
e eu me perco com a nova
novíssima gramática. supernova.
e vivo em uma dramática.
Pedro Paulo Pan, primavera/verão de 2009
e houve uma ela
que me ensinou que a poesia
não é tão somente
2 pra lá
& dois pra cá.
fez eu colocar meus ouvidos
em texto meu.
e ouvir o bater cardíaco
de a minha poesia.
Pedro Pan, verão de 2009
Tinha publicado antes. Maaaas tinha ido errado.
Agora vai...
Feliz Natal atrasado e Feliz 2010!!!
Pedro Pan
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
em quando a madrugada
anoitecia.
havia eu de escrever umas
palavras.
não consentia
,pois,
adormecido
estavas, eu. tu e vós e nós.
o dia aconteceu doirado.
comum
tão bem
briante.
ouvi jazz desde cedo
baby cantar.
preciso um tal
gran finale
pra por poema.
ah! vou terminar assim...
(assim, assado, frito e cozido)
saudade de em quando o
que escrevo era surreal.
Pedro Pan, primavera de 2009.
Hum. só para constar 4 anos nestas áreas e arestas de blogspot.
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