quarta-feira, 18 de novembro de 2009

em quando a madrugada
anoitecia.
havia eu de escrever umas
palavras.
não consentia
,pois,
adormecido
estavas, eu. tu e vós e nós.
o dia aconteceu doirado.
comum
tão bem
briante.
ouvi jazz desde cedo
baby cantar.
preciso um tal
gran finale
pra por poema.
ah! vou terminar assim...
(assim, assado, frito e cozido)
saudade de em quando o
que escrevo era surreal.
Pedro Pan, primavera de 2009.

Hum. só para constar 4 anos nestas áreas e arestas de blogspot.

5 comentários:

Pedro Pan disse...

"Esta horária vida não nos deixa encerrar parágrafos, quanto mais terminar capítulos."
Guimarães Rosa

Paulo Viggu disse...

Pra por Poesia - peço que o Por Quimeras passe no Riodaqui. Pedro Pan faz falta, lá. Abraço, irmão - Paulo Viggu

Kanauã Kaluanã disse...

"briante" adjetiva o brio que não se escolhe, e que se aloja nas pupilas das palavras.
Tua poesia, até quando ensonada, é magnífica.
Enquanto não é surreal, pode ser um pouco onírica.

Aplausos... sem querer acordar as pessoas do discurso.

Beijos.

Katyuscia.

Suhelen disse...

ouvir jazz deixando a noite doiradinha... se fosse assim, deu vontade de assar um queijinho, assim assado.

e feliz quatro anos por aí. por aqui se vão três! hehe

beijos

clarice ge disse...

que me lembre, ando quase este tanto por aqui... querendo capítulos sem fim, nesta "horária vida" por onde incautos não passamos incólumes...
cato um briante e deixo um sorriso sempre bem sorrido, e afeto que é sempre bão.