sábado, 18 de fevereiro de 2006

não vôo arrastar
meus dentes, em a
folha. para que
sintam palavras.
não vôo pedir que
cometas as vísceras
ao solar.
nem teus olhos me abraçar.
[meus olhares estão embolorados]
[eu] tenho meus próprios
vômitos.
alguém por ventura
inscreveu um nome
em a película.

10 comentários:

eduardo disse...

Lindo poema com sempre.

vaso tenha tempo pode visitar o meu blog://dudu.oliva.blog.uol.com.br
lancei uma séria de carnaval. Publiquei o seu conto.

eduardo disse...

Caso tenha tempo pode visitar o meu blog://dudu.oliva.blog.uol.com.br
lancei uma séria de carnaval. Publiquei o segundo conto.
Desculpa, errei.

Claudio Eugenio Luz disse...

Entre cada palavra, nossas próprias rotas para outras incertezas.
.
hábraços
.
claudio

douglas D. disse...

é tempo de dilacerar.

Camila Luz disse...

Olá Pedrinho !!! Como sempre, um belo poema !!! Tenha uma linda semana !!! bjs

Bruna Maria disse...

Que poemas ótimos! Gostei mais, particularmente, do terceiro dessa página. Adorei o "borboletar", essa transformação pra verbo que você fez. Um beijão!

Valéria disse...

entre ir e ficar você sempre voa né? e eu acho isso tão forte e tão lindo...
um beijo moço com asas

ObservadOOr disse...

Vísceras expostas... películas de uma história que se fez alucinada. (poema diferente, mas forte e bonito – parabéns). Abraços

bell disse...

. o menino que voa...
isso é bom??
pra mim é, pan....rs

mas belas palavras envolventes...
bjs*

Edson Marques disse...

Pedro Paulo Pan...


Você me causa inspanto!


Por isso deixo flores e estrelas, guimarando joyces, entre outros...