quinta-feira, 30 de junho de 2011

paixão passageira

a estrada era longe
e eu, cigano era,
se não me engano.
um bandoleiro.
sendo assim,
não sabia em que lábios lia.

ias ler.
quem sábado, eu, era total desespero.
quase não vi, de as
minhas lentes de miopia.
pele alva, qual contrastava
com esta minha brasilidade.fez-me
apaixonar de ligeiro.
a voz, o tom, a entonação.
os sabores...
trouxe-me paz ao coração alado.
Pedro Pan, outono/inverno de 2011.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

inda hoje a poesia nos
renasceu.
enquanto nós nascíamos. serenou!
há um prédio assemelhantes aquário.
quando a rua se acalme.
eu perdi uns versos. por pura
displicência.
havia a essência, por mais que, não soube
acentuar.
vou pedir conselhos a minha amiga.
ela fala tudo poesia.
Pedro Paulo Pan, outono de 2011


E foi ontem, que seis anos atrás eu começava um blog. Qual conserva a mesma nomenclatura, desd aquela época. Eu já nem sou mais o mesmo, apesar de ser.
Só pra registrar os 6 anos. Felicidade a todos nós.
Pedro

terça-feira, 12 de abril de 2011

precisava.
       eu, pressentia escrever-te...
  , digo,
         eu precisava escrever um poema.
se bem quase
            usei esclarecer.
embora a tarde nem nublada está.
resolvi, faz uns meses
                       esquecer
como é minha poesia. e ela
estava tão des-
               gastada.
eu? tão habituado.
porém, hoje doeu-me quanto tentei
reescrever um caminho...
como de andar de fasto. sabe?
e sai trombando em tudo
                       enquanto havia.
então seguia adiante e saí
                          trupicano.
Pedro Paulo Pan, outono de 2011.