quarta-feira, 18 de novembro de 2009

em quando a madrugada
anoitecia.
havia eu de escrever umas
palavras.
não consentia
,pois,
adormecido
estavas, eu. tu e vós e nós.
o dia aconteceu doirado.
comum
tão bem
briante.
ouvi jazz desde cedo
baby cantar.
preciso um tal
gran finale
pra por poema.
ah! vou terminar assim...
(assim, assado, frito e cozido)
saudade de em quando o
que escrevo era surreal.
Pedro Pan, primavera de 2009.

Hum. só para constar 4 anos nestas áreas e arestas de blogspot.

sábado, 31 de outubro de 2009

por entres ultimamentes
a poesia
me sumiu.
e não me consumiu
comum outrota.
e dei graça à Deus!
foi uma calma danadiboa.
e eu sorria
sem nada a relatar...
poesia é praga!
Pedro Paulo Pan, primavera de 2009.

domingo, 6 de setembro de 2009

amanhã de ontem
os meus olhos
eram tão águas.
água doce se por as
casas queira saber.
embora, vão bora?!
quando penso.
sei, soul, sol, solidão...
minhas amigas vêem
tocar este meu coração
seus sorrisos me
luminam.
Pedro Pan, 2009

ah! que lagartas amadureçam borboletas
Pedro Pan, 2006