de as sinceras amizades
certa vez, tive um amigo.
passou-me a perna
logo de cara lavada.
(ou mal lavada)
levou-me tostão furado, tostões furados
e aluguns contos de réis, miréis.
nunca mais olhou-me em
minha cara, em meu olhar.
(desviava-se)
inda bem que o sem vergonha
criou vergonha em a cara.
pelo menos creio eu.
Pedro Pan, 2008.
posso até quem sábado
não entender
teu cetim que roça
minha pele.
enquanto adormeço eu.
& enquanto velas meu sonhar.
hoje hei de decifrar
a msg que enviaste a meu cel.
assim responderei.
só sei que meu sentir
bate mais forte
à tua porta.
Pedro Pan, 2008
hoje foi bem ver
o pombo
riscar céu de
a matina.
fazia onomatópeias
em meu ouvir.
Pedro Pan, 2008
p.s.: Márcia Clarinha agradecido pela visita.
Carlos e Camilinham, agradeço a visita, mas não
consigo os visitar, liberem seus perfis, para que eu
possa visitar e comentar.
Ah! Já que estou a agradecer, agradeço a todos
que passam em quimeras. Inté a próxima parada do trem.
Pan
