então, ela veio e
desabafamos
nossas cores.
de guardar choro.
não tenho tempo
de contar anedotas
para você e sua vovozinha.
um dia quem sábado
eu te grito
por avesso, por acaso.
o poema hoje não
range.
e o azul tinge as
peripécias de aquele dia
(hoje)
amanhã quem sábado
não te passo 1/2 por
a cx postal.
ah! resolvi um poema pelas
metades.
Pedro Pan, 2008
des-datado,
des-natado, des-naturado.
quem sábio escrevas 1
único poema.
e quem sábado um único
poema sejas genial.
já eu, nem me chamo genival.
nunca fizeste que
eu me alembre de
poema social, sensual.
oh! memória fraca.
oh! versos fracos.
o poema tá sem açúcar.
é para ismagrecer
como diria perpétuamente
uma amiga.
se der p/ consolar
meu pónei é alado...
Pedro Pan, 2008
Chegamos... Maio de 2005.
Esta é postagem de número 300 deste blogue. Êh palmas pra vocês...
O legal é fazer 300 postagens no início do mês que completa 3 anos
de quimeras. Se eu pudesse e meu dinheiro desse, eu pagava cachaça
para todo mundo, até pra quem num bebe.
Sei que não há nenhuma vantagem em fazer 300 postagens, e não vai mudar a vida
de nenhuma pessoa. E eu com isto? É 300 e pronto. Até a próxima parada do trem...
Pedro Pan, por quimeras que pareça