quinta-feira, 1 de maio de 2008

Postagem de número três zero zero

então, ela veio e
desabafamos
nossas cores.
de guardar choro.
não tenho tempo
de contar anedotas
para você e sua vovozinha.
um dia quem sábado
eu te grito
por avesso, por acaso.
o poema hoje não
range.
e o azul tinge as
peripécias de aquele dia
(hoje)
amanhã quem sábado
não te passo 1/2 por
a cx postal.
ah! resolvi um poema pelas
metades.
Pedro Pan, 2008
des-datado,
des-natado, des-naturado.
quem sábio escrevas 1
único poema.
e quem sábado um único
poema sejas genial.
já eu, nem me chamo genival.
nunca fizeste que
eu me alembre de
poema social, sensual.
oh! memória fraca.
oh! versos fracos.
o poema tá sem açúcar.
é para ismagrecer
como diria perpétuamente
uma amiga.
se der p/ consolar
meu pónei é alado...
Pedro Pan, 2008


Chegamos... Maio de 2005.
Esta é postagem de número 300 deste blogue. Êh palmas pra vocês...
O legal é fazer 300 postagens no início do mês que completa 3 anos
de quimeras. Se eu pudesse e meu dinheiro desse, eu pagava cachaça
para todo mundo, até pra quem num bebe.
Sei que não há nenhuma vantagem em fazer 300 postagens, e não vai mudar a vida
de nenhuma pessoa. E eu com isto? É 300 e pronto. Até a próxima parada do trem...
Pedro Pan, por quimeras que pareça

sexta-feira, 25 de abril de 2008

ouço um lp puído
de o vento.
eriçava suas canções
cantigas.
aquela música, creio eu
era parente de as estrelas.
as palavras amordaçavam
nosso silêncio.
alô!
não disse a pessoa em
seu cel.
porém, embora, porém.
seu cheiro
nos deliciou.
Pedro Pan, 2008

Voltarei com as postagens semanais.
E agora com comemoração aos
3 anos por quimeras que pareça.
Aguardem...
Ah! A próxima postagem é a 300!

segunda-feira, 17 de março de 2008

anotações didáticas
em meio de o dia, horário de 
brasília. o tamburete sentava
em tua sombra.
sombrancelhas pontiagudas
fazem ligações de um olhar
a outro.
pequi é uma repetição de
amarelecer.
retas ao zigue-zaguear
é pretexto.
sábado quase fez uma semana
de domingo.
cair é um gesto que tomba
para depois levantar.
frio, frase que treme.
tremer, o mesmo que balançar
com medo.
amor, dor de cabeça, coração...
dor em as emoções.
adoçantes? pessoas que melam
nosso hoje antes.
memória? contos que estão
rabiscados em o passado.
Pedro Pan, desdatado.