segunda-feira, 17 de março de 2008

anotações didáticas
em meio de o dia, horário de 
brasília. o tamburete sentava
em tua sombra.
sombrancelhas pontiagudas
fazem ligações de um olhar
a outro.
pequi é uma repetição de
amarelecer.
retas ao zigue-zaguear
é pretexto.
sábado quase fez uma semana
de domingo.
cair é um gesto que tomba
para depois levantar.
frio, frase que treme.
tremer, o mesmo que balançar
com medo.
amor, dor de cabeça, coração...
dor em as emoções.
adoçantes? pessoas que melam
nosso hoje antes.
memória? contos que estão
rabiscados em o passado.
Pedro Pan, desdatado.

sábado, 12 de janeiro de 2008

em guardanapos ébrios
teu nome, telefone. endereços...
e-mail, celulares.
e a marca de teu batom.
o mesmo que me beijaste.
Pedro Pan, 2007
meu sorriso amanhecia
por você.
alguém pregava nomes
em a cristaleira.
e se não houver vhs pra contar
a história?
como não há
polaroides descrevendo
infância...
Pedro Pan, 2007
hão dias
quais me acordam com versos
de poemas prontos inacabados
cabei de crer
tem verso quié
cor quinda flor.
Pedro Pan, 2007
Feliz 2008!
Ah! publiquei sobre Henriqueta Lisboa
no
árvore dos poemas. Quem quiser conhecer
esta poeta e mineira, diga-se de passagem...
Pan no
Orkut.
Pan no
Last-fm.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

nem sei de mapas
mundis astrais;
nem lembro pra que
indico.
cotidianos...
zodíaco é o que
me indica. não! eu
vou bem.
assim bem tranqüilo
em as indas e vindas.
inda bem que procuro
o caminho em mapa.
Pedro Pan, 2007
eu senti
teu sorriso
me acompanhar
escada a baixo.
Pedro Pan, 2007

se é para o bem de todos e felicidade
geral de os blogueiros amigos. diga o
povo que eu voltei. me achando né?
um mês após a última postagem como bem
lembrou
mary morena... eis-me aqui para
experimentar de este espaço...
estou retribuindo as visitas aos poucos,
calma que inda chego lá.
inté a próxima...