segunda-feira, 6 de março de 2006

de voz em quando
utilizávamos grilos como nossas
bússolas
postes carecem rouxinóis
em estas datas; goteiras murmuravam
em noites trovejantes-chuvosas
algumas formigas que sempre
visitavam eram etéreas.
a palavra pareceu-nos cheinha
de joaninha, por baixo à
porta alumiou-nos

sexta-feira, 3 de março de 2006

ruídos rastejam
nossos ares [olhares]
sensação - eco
um músculo rói.
as personas a zigue -
zaguear em
estes dias.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

flores que 
despencam
(que) sem receio nenhum
_____por mais que
se padeça (dance-se)
(dane-se)
& a enfermidade [é a 2]
só.
“ tua assinatura é um fragmento
que inda pertence
às minhas mãos”


romance é: (faltas de palavras?)
(e letras & canções?)
ao que o sol se
põe molhado
“eu te pereço ?”
não( uma negativa?)
em minhas mãos
não perece –jamais


não me ouça, não me atenção:
poeminha de um tempo atrás, já postado
no blog anterior, mas não sei explicar
hoje senti desejos de tê-lo por aqui
tão bem. bons vôos
pedro paulo pan