sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

flores que 
despencam
(que) sem receio nenhum
_____por mais que
se padeça (dance-se)
(dane-se)
& a enfermidade [é a 2]
só.
“ tua assinatura é um fragmento
que inda pertence
às minhas mãos”


romance é: (faltas de palavras?)
(e letras & canções?)
ao que o sol se
põe molhado
“eu te pereço ?”
não( uma negativa?)
em minhas mãos
não perece –jamais


não me ouça, não me atenção:
poeminha de um tempo atrás, já postado
no blog anterior, mas não sei explicar
hoje senti desejos de tê-lo por aqui
tão bem. bons vôos
pedro paulo pan

10 comentários:

Valéria disse...

poema trazido de atrás... é que é assim mesmo moço das asas que avoam... poema que é poema não perece em as suas mãos...
beijos

eduardo disse...

realmente muito bonito.

http://dudu.oliva.blog.uol.com.br

Claudio Eugenio Luz disse...

Tua poesia é telegrafica. Este, penso, não tinha lido.

hábraços

claudio

Edilson Pantoja disse...

Sou um dos que leu pela primeira vez, na repetição. Sabes, o bis é para o que é bom. Caso deste peoma
Abraços.

111x6 disse...

A autenticidade é o grande diferencial que faz do seu blog um lugar original e muito interessante . Parabéns Pedro Paulo!

Paulo Silva disse...

Os bons poemas não se guardam
na gaveta.
são para mostrar ,ler e reler.

Dreamer disse...

[interrogativos e reticentes segundos se passam no orbital torto de tristeresina...]

saudades de vc filhote.
abraço.

Valéria disse...

saudade dos seus avôos...
beijo seu...seu... avoado!

bell disse...

...é, senti falta dessas palavras soltas, que me ninam...
enfim, o reencontro chega ao fim...


bjs*, mais beijos mesmo!

Camila Luz disse...

Este espaço é muiiiito bom, adoro vir aqui !!! Tenha um lindo final de semana !!! bjs