terça-feira, 12 de dezembro de 2006

existia já desde quando
histórias de contos e fadas.
acredito mais em contactos, e
sorrisos escancarados janela
a fora.
lá de fora o dia serena
algumas nuvens em
tons de acinzentar quaisquer
tardes.
queríamos saber de as
onomatopéias nublosas.
quis fazer um poema quem sabe
por enquanto.
não consegui
para tanto e quanto.
"um dia a esmo não
é este dia mesmo
".
Pedro Pan, 2006

10 comentários:

Múcio Góes disse...

um poema
cara a cara,
Pedro e sua
poesia rara.


Bom Pedro I.

[]´s

ALF O Extasiado disse...

de cara uma tara
um talento, recitara
palavras soltas
não mascarara..

ótimo texto Pan
bom pra "caraca"

hehehe

abraços

Clarice disse...

nada é acaso
neste caso
na mãe sadia
prenhe a poesia

meu carinho na Dirce
meu abraço no filho

Rayanne disse...

Um poema de contos de fadas.
Ora as fadas só existem
Quando as palavras são amadas!!!

(como as tuas letras por ti apaixonadas...)

**Estrelas, seu moço**

eduardo disse...

Lindo!!! adorei!!!

Assim é, se lhe parece disse...

Muito bom... não é esse dia mesmo viu! hehehe
abraços meu caro

diovvani disse...

"Sorrisos escancarados janela a fora" - fazem chover, dentro da gente; novas cores, de acender poemas. Abraço.

Edilson Pantoja disse...

Trata-se de um dia especial, porque poético. Abraço PP!

paulo vigu disse...

Às vezes, também não consigo para tanto e quanto. Trago pouco e saio sem nada. Riodaqui.aí.sempre.paulovigu

Juliana Pestana disse...

o sorriso, esse assim divino, consegue clarear qualquer tarde nublada...

bjos meus.