segunda-feira, 27 de novembro de 2006

tem poema que vem
em bréu. cende a luz,
escafedeu.
Pedro Pan, 2006


19 comentários:

mary disse...

Mas o poema vive! \o/

=p~

=****

eduardo disse...

quando crescer quero escrever poemas que nem você.

Múcio Góes disse...

astuto poema, desses que num têm medo de escuro.

[]´s

paulo vigu disse...

tem poema que mora no piscar-apagar dos olhos do poeta. é pa&bola senão escafede. Riodaqui[]`s aí

Bela Lachter disse...

e tem poema que se esconde e não há fio de ariadne que o tire do labirinto das palavras...
beijos

Bruna Rasmussen disse...

voltimeia a poesia sai da minha mente e foge do meu controle lembrar das palavras.

beijos

diovvani disse...

rss - É a + pura verdade poeta!
Abraço.

Sara disse...

é bem assim mesmo.
a sorte é uma bruxa cabeluda na frente e careca atrás. se vc deixa-la passar vai ser dificil pegá-la novamente.
assim acontece com a inspiração.

bjs

Rayanne disse...

Esse é um poema arisco: acende a luz, vira um risco!

**Estrelas**

Navegando com o Álvaro Míchkim disse...

PP, seu "poema de penumbra" tem medo de luz e "apenas" se esconde qdo há a aparição de um "poema farolete", deve ser isso. Nos tempos de colégio me marcou um poema sei-não-mais-de-quem q/começava assim: "Aquela que eu hei de amar perdidamente um dia, será tão loura, tão clara,tão vagarosa, tão bela, como a luz que vem pela janela...". Se me marcou, me lembrou tbm: será q/eu paquerava alguém assim naquela época? Vamos perguntar ao Tenente Columbo! Abraços.

A czarina das quinquilharias disse...

aqueles assim que se esgueiram de noitinha...
só é ruim ter de escrever no escuro :)

Valéria disse...

este poema me lembrou tanto do você que eu lia quando comecei a te ler...
beijo moço pedro

Ana Paula Russi disse...

Poeta, é uma auto-leitura... as palavras invadem a nossa cabeça sem a gente olhar pra elas... Quando fui ler... já tinha lido! (rs)

Bj

AP

clarice disse...

o poema escondido nos escuros
acorda o poeta pros claros.

carinhos

Luzzsh disse...

Oi Pedro,

Apaga a luz,
que ele volta.
Tem poema tímido!...
Com esses,
só de luz apagada.

;)

Beijos...

Mago disse...

é assim mesmo, poema que prefere a surdina d aescuridão, poema que não gosta de aparecer em público... Um abraço!

Leandro Jardim disse...

uma graça a graça do poeminhaço!

Clauky Saba disse...

hahahahahahahahaha

Poeta[ ]s

Ck.

Octávio Roggiero Neto disse...

O poema é mesmo assim, Pedrô, do jeitinho que cê pintou: se a gente espreme espreme a cuca ele não vem, mas depois, sem porque nem mais, ele se nos oferece em palavras relativamente fáceis.
Aquele abraço, meu companheiro de sonhos!