terça-feira, 18 de abril de 2006

escrever este poema
foi como amarrar 1.000 horas
e se jogar em um instante
não aquele, e sim aquele
foi explodir dentro-fora
tentar simplesmente não compreender
“desvendar novelos de lã
produzir novelos”

despertar de um adormecimento
à tarde e receber uma frase
em um átimo ótimo.
simplesmente (sinceramente)
dor-prazer-deleite
ser arco flecha alvo
e arqueiro também
ter arco flecha alvo
e arqueiro ser
dormir-acordar-viver(que hora seja)
querer o acaso (e todos os casos)
...e então fracionar amoras
doces, para uma causa.
ou sei lá.|2002|



não preste atenção:
poema empoeirado.

13 comentários:

Janaína disse...

tenho rinite... mas acordo com o acaso e durmo durante o ocaso.
beijos meus, teus

camilo disse...

Em 2002 vc já era bom assim?
deixo um abraço por isso.

Janaína disse...
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Janaína disse...
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Janaína disse...

todos os casos do ocaso, ao acaso. Merci, tu est très gentil.

Renata Rodrigues disse...

Empoeirado?
Sabe que nem parece, passe um paninho que fica novo!
abraços, Rê Rodrigues

Mariana Arraes disse...

Pan... minha mente está empoeirada.
Beijos!

Claudio Eugenio Luz disse...

Mas, com toda certeza, perene!

hábraços

claudio

sayô disse...

"Só sei dizer que a palavra é o nascedouro que acaba compondo a gente. O poeta é um ser extraído das palavras. Não é a gente que faz com as palavras, são as palavras que fazem com a gente. O meu texto é isso" manoel de barros

senti isso ao ler seu poema empoeirado.beijo pan

eduardo disse...

Seu poemas são muito bem escritos; Eu gostaria de escrever desse jeito.

Valéria disse...

reve-lo e publica-lo...deve ter sido assim também.
um beijo

bell disse...

o que consideramos os piores, são os melhores.
sempre o são.
sempre.
empoeirados,
engavetados,
extintos e lidos e relidos.
tolice..
é o melhor,
o nosso,
ou de um qualquer.
apenas, o melhor.
bjs sempre seus, panreco!

Anônimo disse...

Obrigado por intiresnuyu iformatsiyu