domingo, 23 de abril de 2006

entre aspas eu te olho e teu olhar não me
priva de dizer-te algo fecha aspas
dois pontos, três pontos, três de a manhã
e o sol ainda não se pôs.

7 comentários:

carlos muzilli disse...

Pedro, confesso que nunca tinha visto vômito poético, vc conseguiu o impossível. Parabéns, ti linkei. Abraços poéticos.

l. rafael nolli disse...

Pedro, vim dar uma confirida, li um gostei, li gostei gostei mais ainda. Muito boa a sua escrita, camarada! Voltarei! Abraços.

eduardo disse...

Pontos...
Será que queria uma explosão sem pontos...

Sayô disse...

ai ai qto mais leio teus escritos, mas me apaixono por eles.
beijo pan

Marcela P. disse...

Ah... se alcançássemos toda a liberdade de um ponto final...

Rayanne disse...

Tão encantada com visitantes tão ternos.
Meus versos às vezes amarrotados e ardidos tentam esticar as asas para lhes parecer bonitos, e acabam virando borboletas engraçadas!

Estrelas iluminem a volta.

Claudio Eugenio Luz disse...

Sinceramente, este é um dos melhores poemas que li escrito por você. Amei a conscisão.

hábraços

claudio