quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

eu cacto
quantos espinhos
me dôo.

8 comentários:

Valéria disse...

minha terapeuta ia adorar este poema!!! mas teria que cactar muitos espinhos caso mostrasse-o a ela! (risos)
beijo

Camila Luz disse...

Amigos são como o vento: às vezes perto, outras longe, mas eterno em nossos corações !!! bjs

Márcia disse...

pqp, bravíssimo! uma preciosidade.
beijo!

Dreamer disse...

sorrindo entre dentes, arranco o ultimo espinho, contraindo olhos. cores me saltam à ponta da lingua. nao me dôo.

eduardo disse...

Gostei muito do seu blog, posso linká-lo no meu blog:
http://cartasintimas.zipe.net

Valéria disse...

menino....
aquilo que tocou meu coração foi feito imagem... olhe por lá...olhe...
um beijo

Thulio disse...

Oi!!! Não está em cima da hora ainda não.... o CONCURSO POESIA PARA TODOS só deve encerrar dia 4 de fevereiro... ainda tem muitoooo tempo.
Espero você lá no blog....
Deixe seus dados lá e entrarei em contato no mesmo dia!
Boa Sorte.

Sonia Marini disse...

Curto, grosso e profundo. Gosto de poemas assim. Parecem um tapa, que nos pega desprevenidos. Depois vão embora e deixam o ardido...
Isso...seu poema é ardido. rs
beijos