a lua se
escondia
por ditrás dium
prédio.
que mora pouco à
baixo
em minha rua.
Pedro Pan, inverno de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
a jovem havia o
nome quase que
prima
quando fazia 19 anos
quis cortar os pulsos.
... cortou os cabelos.
Pedro Pan, outono/inverno 2010
em agora que se fez por
esta manhã
revi uns poemas aí.
meus, próprios.
e nem me importo.
alguns gostei.
outros? nem sei. ou nem sabo.
tô cuns problemas...
onde?
em a gramática.
gramaticalmente falando.
Pedro Pan, inverno 2010.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
para quando amanhecer
descobri-me
poesia minha era/foi
cheia de
assombração!
& poema meu
não ser feito de indiretas.
soou tão direto
que não pressinto
subterfúgios assim, assado
em a poesia minha.
Pedro Pan, inverno de 2010.
amanhecia fria
nossa divinacidade.
eis que, nublantes como dantes.
narizes gelados. mãos geladas.
e quando cai di noite
estávamos a beber
vinho barato.
p/ esplanar as idélhias;
& éramos tudo diversão.
ah! este frio que a cidade seduz...
Pedro Pan, inverno de 2010.
Assinar:
Postagens (Atom)