quarta-feira, 30 de junho de 2010

para quando amanhecer
descobri-me
poesia minha era/foi
cheia de
assombração!
& poema meu
não ser feito de indiretas.
soou tão direto
que não pressinto
subterfúgios assim, assado
em a poesia minha.
Pedro Pan, inverno de 2010.

amanhecia fria
nossa divinacidade.
eis que, nublantes como dantes.
narizes gelados. mãos geladas.
e quando cai di noite
estávamos a beber
vinho barato.
p/ esplanar as idélhias;
& éramos tudo diversão.
ah! este frio que a cidade seduz...
Pedro Pan, inverno de 2010.

domingo, 30 de maio de 2010

então... num é
quieu
alembrei-me de reescrever
uns poemas(ponto)
versos esquecimentos.
eu perdi a fôrmula
de um
poema.(ponto)
eis de dizer-vos (dois pontos)
ali
versar
ia.
Pedro Paulo Pan, outono de 2010


Pois é... 5 anos por quimeras que pareça.
Pensei em várias coisas pra comemorar. Mas o tempo não deu! Mentira deslavada! Dava sim, com cerveja. Mas a pessoa que vos fala é por demais preguiçosa.
Ia convidar minha amiga(fiel escudeira) pra falar um pouco de meus poemas, de a minha poesia. Mas acabou que nem convidei. Fica pra próxima...
São 5 anos, e eu pensei que não passaria de uma semana. E estou aqui, escrevendo um pouco sem noção, dizendo umas coisas pelos cotovelos...
Nestes 5 anos foi muito mais muito interessante, conhecer outras formas de escrever, outras visões, outros estilos... Agradeço por permitir conhecer a obra de vocês, ler um pouco mais. Obrigado!
Agora, se eu animar, vou colocar uns projetos ai em ação... Umas mudanças básicas, uns itens a mais... Maaaaas não prometo nada. Prefiro ser sincero. hahahahaha
Felicidade a todos!!!!!!!!!
Pedro Paulo Pan, porquimeras que pareça.
trilha sonora Linguagem do Alunte, Novos Baianos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010


hoje já enquanto
fui-me a dormir
algo relogiava em
tais tiques & taques
e a minha imagem (ação)
é tamanha obsoleta.
pra alguns
&
nenhures.
estou, testando melhorias
para a letra minha.
já a minha poesia,
sai toda esculhambada.
Pedro Paulo Pan, Outono de 2010

eu perdia um dia
50 rurais.
em uma proposta
,digo,
aposta!
(apostilas quem diria)
não deveria eu, apostilar nada.
,pois,
perco até o caminho de casa.
Pedro Paulo Pan, Outono de 2010