por entres ultimamentes
a poesia
me sumiu.
e não me consumiu
comum outrota.
e dei graça à Deus!
foi uma calma danadiboa.
e eu sorria
sem nada a relatar...
poesia é praga!
Pedro Paulo Pan, primavera de 2009.
sábado, 31 de outubro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
havia assim uma
família
que encantaram meu
olhar de mininu!
desde sempre quando os
concebera.
em o quando fizeram as
bagagens.
e se forão.
meu
eu
entristeceu.
só consenti de boa viagens.
deixaram assim prá
trás
arvre de natal, camisa de liform
alguns ventiladores;
e entre tantas relíquias
convites de formatura em
papel camurça.
todos os objectos lembrança
fossem para brinquedos.
Pedro Pan, 2009
Rótulos:
poema de personagem
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