sinto-me a poesia
vindo em o fundo de as
lástimas.
(e lágrima é uma palavra
linda, quando se
contém alegria em olhares)
minha poesia
havia pegado
carona
& sumiu mundo à fora por aí.
eu, assim. não consenti
uma linha se
bem-me-quer.
fui é fazer pesquisamentos.
conheci novas táticas.
pessoas diferentes de os meus poemas.
li. ouvi.
vi.
vislumbrei. delirei.
a poesia bate minhas têmporas.
vezenquando, ela
voa embora.
Pedro Pan, 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
existia um poema de
a cor d'azul
ando por estes ultimamentes
observando horários de a lua.
andei de bicicleta
pela lua.
e minhas vestimentas
eram como se girandôlas...
pressentia precisar
de minha cabeça avoar.
[a rima não foi proposital]
ponto parágrafo.
ontem o dia aconteceu
neblinando.
fazia frio & serenatas.
alguém tocou-me o tele
fonemas:
"é da casa da inês"
inesquecível... jazz nem realejo
disto. de isto.
em alguns ontens de estes d'aí
uma esperança vôou
meu quarto por 3 vozes.
deixava assim meu quarto todo
avuado.
Pedro Paulo Pan, 2009
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