terça-feira, 10 de abril de 2007

vários cotidianos
não faço um poema ao
dançar de as horas.
tenho ouvido sons, cores
, flores, pessoas.
tenho ouvido vários.
ouvi até o que não
quis.
o tempo dirá quantos
versos devo eu
escriturar.
já comi poeira, já
amassei barro em a
estrada de terra.
hoje, se não fizer um
poema, não
foi porque não quis.
foi
porque não
consegui.
sorrisos conseguem
transcender.
sorrisos vêm arrancando
outros vários muitos. até
Pedro Pan, 2007

, cheguei a escanear o original deste poema com rasuras, assinatura e tudo, mas não tive as caras de postar.
Ah! Quem quiser observar umas paradinhas que estou fazendo.
Aqui!.

22 comentários:

Erika disse...

Ahhh eu fui lá.. na pardinha.. dinha.. dinha.. dinha.. rsrs antes de comentar aqui.. e adorei.

Ai os sorrisos de lá...deram outra cor pros daqui deste espaço de cá.

Dorei.


Bjus

eduardo disse...

Muito bonito realmente.

Bosco Sobreira disse...

Você sempre consegue, Pedro!
Forte abraço.

Mel disse...

Sorte nossa que com o seu cotidiano somos presenteados com suas palavras.
:)

Navegando com o Álvaro Míchkim disse...

meu caro, então sorria! Quer q eu conte um piada de português?... de japonês?... p/inglês ver? E se eu te disser q este país é sério, a piada é de... francês!
Abraços.

Alex Pinheiro disse...

deves arrumar "as caras" e publicar, rs... curti à beça a escrita,,,
Abraços e formidáveis reproduções!

Rayanne disse...

Sensacional.
Pena a sua timidez,
para não nos presentear com o original.
E sorriso reflete. Mesmo.

**Estrelas tantas**

Saramar disse...

Ai, que bom que os sorrisos andam roubando as palavras que vêm cantar aqui.
Lindo, como sempre!

beijos

Erika disse...

Beijo Peter Pan!!

Até a volta

diovvani mendonça disse...

Sorrisos, são espantalhos para todos os males.
Abraço.

Octávio Roggiero Neto disse...

às vezes sem palavras, bem sei destas mãos silentes. mas sorrisos são mais e reproduzem facilmente a alegria. eis que a Poesia está no modo de se perceber o mundo. e este poema aqui retrata a ânsia pelo novo olhar, esta busca constante do poeta por não deixar que a vida se prejudique pela falta de sensibilidade, pela mesmice quase convincente do ramerrão.
"o tempo dirá quantos versos devo eu escriturar" - isso, Pedro, isso é fazer do próximo poema o último e o primeiro... seja sempre assim o nosso poetar: uma descoberta e um encantamento diferente a cada palavra.
té mais ler, querido Profeta das Minas!

Márcia(clarinha) disse...

E como sempre seu poema vem de mansinho elevando todos nós ao máximo da poesia, assim é o que lhe parece, genial!
findi lindo querido
beijosssssssssss

Octávio Roggiero Neto disse...

Pedrô, sempre quando entro em minha página me dá uma baita vontade de dar aquele abraço em você: abraço que se dá em um irmão depois de uma longa viagem.
gratidão eterna, meu amigo!
um dia estarei aí na Pólis Divina, com toda a alegria!

l. rafael nolli disse...

Fala, Pedro, meu camarada! Antes de mais nada, vc deveria ter postado o original! Com certeza! Olha, engraçado o quanto a poesia nao depende de nos para surgir, o quanto,as vezes, somos escravos de seus desejos! Gostei muito do poema, meu velho!

Tanara disse...

ah! Eu poderia quem sabe,
dizer tanta coisa, tentar ser original,
dizer-te muitas e muitas palavras pra te comover.Eu poderia tentar tirar tuas palavras, fazer você parar e quer dizer muitas coisas, em forma de gratidão,
mas não,
não sou como vosmecê.



.
[é como aqueles filmes... de tão bonito, dói.]

111x6 disse...

Vejo que a Divina Polis continua acalentando a sua magnífica originalidade em escrever . Um abraço amigo para você Pedro Paulo !

Múcio Góes disse...

Pedro causa poemas de qq jeito.

[]´s

Mago disse...

HUm iria ficar bem interessante a obra ainda em construção escancarada ao público, qu em sabe um outro dia não é, enquanto isso, risos e sorrisos arrancados destes lábios que não se cansam de sorrir ao te ler!

Filipe disse...

O esforço de tanta caminhada, compensa!

Jefferson P. disse...

ainda estou pra ver poeta que escreva como vc... deveras original.
Abrçs, Pedro.

paulo vigu disse...

Sorrisos ecoam por aqui. Não consegui vir antes. Também rio atrasado e mergulho no Riodaqui. Abraço/Paulo Vigu

Lidiane disse...

Tem dias que não dá para poemar.
E o silêncio basta.