sexta-feira, 1 de junho de 2012

divinamente

urbe divina
divinamos nós.
             pólis...pólis...
divina és tu
e divinemos nós.
Pedro Pan, registrando o Centenário de Divinópolis.

domingo, 27 de maio de 2012

queria transcrever um poema.
quinda nem sei qualé.
a minha poesia volta e meia volta.
e assusta-me sumindo, zunindo.
não crio paciência pra reescrever
                                           poemas ao cair de a tarde.
e assim
Pedro Paulo Pan, por quimeras que pareça sete é conta de mentiroso.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

olhando-me-eu por entre

                                    o retrovisor
arrumo meu topete.
e assino-subscrevo-me qual
                                     fios brancos.
quero uma amiga pra te desenhar
flores.
encanto baila(mos) (nós) (vós) (eles)
pisco o olhar
                     e a sílaba vem.
pisco o olho & poema trem.
há tanto tempo não
                              para pra
ter um poema em a gibera.
Pedro Paulo Pan, outono de 2012