domingo, 6 de setembro de 2009

amanhã de ontem
os meus olhos
eram tão águas.
água doce se por as
casas queira saber.
embora, vão bora?!
quando penso.
sei, soul, sol, solidão...
minhas amigas vêem
tocar este meu coração
seus sorrisos me
luminam.
Pedro Pan, 2009

ah! que lagartas amadureçam borboletas
Pedro Pan, 2006

sábado, 22 de agosto de 2009

havia assim uma
família
que encantaram meu
olhar de mininu!
desde sempre quando os
concebera.
em o quando fizeram as
bagagens.
e se forão.
meu
eu
entristeceu.
só consenti de boa viagens.
deixaram assim prá
trás
arvre de natal, camisa de liform
alguns ventiladores;
e entre tantas relíquias
convites de formatura em
papel camurça.
todos os objectos lembrança
fossem para brinquedos.
Pedro Pan, 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

sinto-me a poesia
vindo em o fundo de as
lástimas.
(e lágrima é uma palavra
linda, quando se
contém alegria em olhares)
minha poesia
havia pegado
carona
& sumiu mundo à fora por aí.
eu, assim. não consenti
uma linha se
bem-me-quer.
fui é fazer pesquisamentos.
conheci novas táticas.
pessoas diferentes de os meus poemas.
li. ouvi.
vi.
vislumbrei. delirei.
a poesia bate minhas têmporas.
vezenquando, ela
voa embora.
Pedro Pan, 2009