sexta-feira, 31 de agosto de 2012

então jazz sei. de as madrugadas claras
nubladas e acordadas.
tentei, textei um poema.
e não nada daria incerto.
faz um tempo eu não pesquisava
de onde esteve minha poesia.
sumiu noite e dia. pra tentar uma rima.
e tá provado, que não há inspiração
so la mente transpiração.
e piração. pois pois
minha poesia pirraça e não
acalenta tais poemas.
enquanto textarei novos poemas.
quem sábado amanhã.
Pedro Pan, Inverno de 2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

não há via (me, eu)

como não apaixonar-me.
de ondes era?
brasileiremos tais vozes
a chamar meu nome.
os olhos em os meus
                   (olhares)
tão pele alva. meu alvo!
ali: agora!
saberia a fôrmula pausada
de dizer-me, meu nome,

sexta-feira, 1 de junho de 2012

divinamente

urbe divina
divinamos nós.
             pólis...pólis...
divina és tu
e divinemos nós.
Pedro Pan, registrando o Centenário de Divinópolis.